sexta-feira, 20 de abril de 2012

Resenha: Elixir, Hilary Duff

   Clea Raymond tem 17 anos, é filha de um grande cirurgião e de uma importante política, e segue a carreira de fotojornalismo. Essa profissão lhe permite viajar pelo mundo inteiro, praticando a sua maior paixão, que é fotografar. Depois do desaparecimento do pai de Clea, ela começa a procurar respostas, e acaba deparando com suas fotos, antigas e recentes.
   Nas fotografias sempre aparecia um homem que Clea nunca tinha visto antes, mas sempre estava lá presente. A história desse homem tem mais a ver com Clea do que ela jamais tinha imaginado, envolvendo um triângulo amoroso que se repetia desde várias vidas passadas.


   A estréia de Hilary Duff me surpreendeu bastante. A verdade é que, como sou fã da cantora, era um desejo enorme ler seu livro. Quando finalmente comecei a lê-lo, me descepcionei um pouco no inicio, porque ele é extremamente comum, até achei que a Hilary estava retratando a própria vida. Mas o enredo se revelou como algo diferente disso. Mais do que a comum vida de Clea, havia a historia de um elixir, de um desaparecimento e de um homem que freqüentemente aparecia nas fotos de Clea, durante sua vida inteira. Depois de passar do início do livro, ele me prendeu muito, e o li bem rapidamente.
   Sobre a escrita de Hilary, não é possível dizer muita coisa, porque o livro não foi totalmente escrito por ela, e sim tendo a ajuda de uma escritora real.
   Houve aspectos no livro que o fez perder pontos. A história de Clea se passa no Brasil, no Rio de Janeiro. Um erro enorme cometido por Hilary foi ter escrito sobre um lugar desconhecido para ela, um país diferente. Pelos meus olhos, pelo menos, no livro o Brasil era retratado como uma grande floresta, com suas praias e no qual as pessoas moravam em casas na árvore.
Outro aspecto negativo na obra de Hilary é um detalhe que não foi revelado, mas que provavelmente deve ser no próximo livro da série - o exclarecimento do desaparecimento do pai de Clea.

Nota: ★★★★☆ 4/5

Memórias de uma Gueixa

Oi gente =D

Para completa e absoluta felicidade da Mari, eu li essa semana um dos livros preferidos dela. De tanto ouvir ela falar e falar sobre esse livro eu tive que lê-lo. Primeiro para fazer ela parar de falar sobre ele (uahsuahsuahs') e depois para ver se ele é realmente bom. Paguei a lingua com ele, o livro é realmente bom. Se você quiser aprender sobre a cultura japonesa antes e durante a 2ª Guerra Mundial, esse livro é pra você. Se você quer um livro para matar o tempo, esse livro também é pra você! Eu adorei! Quanto mais fora do meu ambiente é o livro, mais eu gosto! Bom, vamos a resenha:

Chiyo é uma menina de nove anos, filha de pescadores que mora em uma pequena cidade no interior do Japão. Nunca viu nada da vida, mas desde pequena já tem sua propria visão das coisas. A vida provinciana perfeita. Até que um dia, seu pai, incapaz de sustentá-la a vende como escrava. Foi vendida para se tornar uma empregada, mas com as reviravoltas da vida, Chiyo acaba entrando na escola mais rigorosa do Japão. Não para se tornar uma médica, ou professora. Mas sim, para se tornar uma gueixa. Lá, ela aprende como entreter convidados, danças tradicionais, a delicada cerimônia do chá, tocar vários instrumentos musicais e tantas outras coisas sutis, mas que necessitam de um treinamento árduo. Apesar de sua vida dura, do odio sem explicação que uma famosa gueixa nutre por ela, Chiyo segue a vida, sem perder o ar de meninisse e inocência. Existem tantas coisas em sua vida, mas nenhuma delas é mais importante que ele: o Presidente.

É um livro muito interessante, bem sutil, mas ao mesmo tempo, extremamente forte, com as emoções sempre declaradas de uma forma tão verdadeiras, que chegam a emocioar! Existe um filme desse livro, mas eu ainda não vi.  
O que acharam? Beijos, Lety

'' Uma gueixa de verdade pode parar um homem com um simples olhar. ''