domingo, 29 de março de 2015

Valência, Espanha

         Viajar é sempre um sonho, uma fuga da realidade, mesmo que seja por um momento fugaz. Seja para uma cidadezinha há uma hora de carro daqui ou há 13 horas de vôo. Para mim, uma viagem é um dos melhores investimentos que o dinheiro pode comprar. É uma experiência incrível saber que, mesmo sendo humanos, sendo tão iguais, podemos viver de formas tão distintas.
Eu gostaria de compartilhar com vocês, que estão em busca de um destino para as próximas férias, minhas experiências e dar dicas de quais lugares devem ser visitados. Vou começar com a Espanha e dividirei este relato em dois posts, sendo que este post será sobre Valência. P.s. As fotos deste post foram tiradas por mim durante a viagem.

L'Oceanografic - maior aquário da Europa, em Valencia, Espanha.
Clima:
Passei uma parte de um verão na Espanha, no mês de julho. Como era verão, o clima era escaldante, sendo que as temperaturas chegavam facilmente a 40°C. Nada de usar calças ou jaquetas. Mesmo à noite, não chegava a esfriar nem um pouco. Aliás, na Espanha, nessa época do ano, anoitece às 10 horas da noite! Imagine só, ver o pôr do sol tão tarde assim? Longe da realidade do Brasil.

Comida:
Em relação à comida, eu rejeitei muito a espanhola; os espanhóis são apegados aos frutos do mar, o que é óbvio, vendo o típico prato espanhol: a Paella. É uma mistura de arroz colorido com frutos do mar - algumas chegam a ter lula - e outros ingredientes, como cebola, frango e tomate. O interessante é que é feita em uma grande frigideira, de diâmetro de, em média, 45 cm, para cozinhar o arroz por igual. Eu não cheguei a provar a Paella devido ao meu desgosto por frutos do mar, porém, caso o tivesse, teria experimentado a Paella Valenciana, da cidade de Valência (vou falar dessa região mais tarde). A Paella se originou dessa cidade, então é imperdível comer esse prato no local de origem. Da comida espanhola, outro prato típico é a tortilla - uma espécie de panqueca, a típica tortilla española, que é feita a base de batatas. Dessa vez, eu a provei, é delicioso, um prato que vale a pena comer ao visitar a Espanha.
  Eu pude observar aspectos diferentes na gastronomia, como o fato de os espanhóis terem o hábito de comer lula frita parecendo anéis de cebola. As coxas de frango são enormes e, muitas vezes, eu percebi que a carne não era bem cozida. O pão era servido em todas as refeições, inclusive almoço e jantar. As batatas fritas também eram vistas frequentemente, assim como o arroz brasileiro.

Valência-arquitetura:
Ciudad de las artes y la ciencia - Valência, Espaha.
Chegando a Espanha, fiquei em Valência durante 15 dias. Antes dessa viagem, eu nunca tinha ouvido falar de Valência. Essa cidade se localiza no litoral leste da Espanha, a cerca de três horas de Madrid e faz parte da comunidade autônoma chamada de Comunidad Valenciana. Ao conhecer a cidade posso dizer que é um erro ir à Espanha e não visitar Valência. Além de sua arquitetura memorável, é um lugar perfeito para ir à praia. O que mais me marcou em Valência, foi a 'Ciudad de las artes y la ciencia'. É um complexo que envolve contruções como o Museu de Ciências, o 'L'Oceanogràfic' e 'L'Àgora'. Visitando os prédios ou não, vale a pena pelo menos visualizá-los por fora, como nas fotos ao lado. O meu grupo da viagem parou a caminhada só para tirar fotos em frente ao complexo, que é deslumbrante.

Ciudad de las artes y la ciencia - Valência, Espanha.
Valência - o que fazer na cidade:
 Na propria 'Ciudad  de las artes y la ciencia', pode-se visitar os prédios que o compõem. O L'Oceanografic é o maior aquário da Europa e apresenta os principais ecossistemas marinhos do planeta. O lugar é dividido em tipos de ambientes aquáticos:  mares Temperados e Tropicais, Mediterrâneo, Oceanos, Ártico, Antártico, ilhas, Mar Vermelho, etc. Há atrações como show de golfinhos, a opção de dormir com os tubarões, visitar a área dos veterinários, além de cursos de biologia e muito mais. Vale a pena visitar o site L'Oceanografic.

domingo, 31 de março de 2013

As maiores bibliotecas do mundo

Um dos meus maiores sonhos é poder dar a volta ao mundo, passar por lugares exóticos, com paisagens maravilhosas. É claro que nessas minhas viagens não deixarei minha paixão pelos livros de lado, assim apresento para vocês os lugares que faço questão de passar:

  1. Biblioteca do Congresso Americano: Localizada em três edifícios na capital dos Estados Unidos, Washington, a Biblioteca do Congresso possui mais de 144 milhões de itens, incluindo materiais disponíveis em 470 idiomas, configurando a maior biblioteca do mundo em espaço de armazenagem e número de livros;
  1.  Biblioteca Nacional da China: é a maior biblioteca da Ásia e um das maiores do mundo, com uma coleção de mais de 26,3 milhões de itens estimada em 2007. Possui o maior e mais rico acervo em todo o mundo da literatura chinesa e documentos históricos. o acervo está dividido;
  1. Biblioteca Nacional da Alemanha: o acervo é dividido em três sedes e tem em seu inventário reunido cerca de 24 milhões de itens;
  1. Biblioteca da Academia de Ciências da Rússia: Fundada em 1714, a biblioteca tem em seus acervos cerca de 20,5 milhões de livros;
  1. Biblioteca Nacional do Canadá: em seu acervo já constam mais de 1 Petabyte em arquivos digitais e 20 milhões de livros.
Bem essas são algumas das que eu quero visitar, tem muito mais. Queria ver uma das bibliotecas do Brasil nesta lista, porém enquanto isso não ocorre vou aproveitando as que temos no mundo todo.




quarta-feira, 6 de março de 2013

Seriados: Grey's Anatomy

Oi gente!!
Vocês, que acompanham o blog, devem ter notado que costumamos postar sobre nossos seriados de TV favoritos... E iremos continuar assim, claro! Afinal, a cada ano que passa descubro mais e mais seriados que me cativam e me fazem ver inúmeras temporadas. Quero compartilhar isso com vocês.

No fim de 2012 eu comecei a ver Grey's Anatomy -um seriado médico- e, acreditem ou não, vi 9 temporadas em apenas três meses. Eu gostei da série porque envolve temas diferentes do que as séries que eu estou acostumada a ver, como Pretty Little Liars e The Vampire Diaries. Eu estou cansada de ver esses tipos e quis inovar um pouco. Grey's Anatomy envolve, além das vidas dos protagonistas, casos que acontecem no hospital Seattle Grace.

É ótimo para quem gosta de assistir documentários médicos e etc; apesar de que a Lety, a blogueira do Café com Baunilha discorda: para ela, Grey's Anatomy nunca será um House. Aí varia da opinião de cada um, eu adoro, mas não custa experimentar, não é?

Pontos positivos: A variedade de assuntos abordados, como as doenças dos pacientes, a busca por curas, além da vida pessoal e profissional dos personagens principais.
Pontos negativos: Acredito que ninguem consegue ver uma serie e nao se apegar aos personagens. Todo mundo tem sempre seu personagem preferido, seja esse o '007' ou o 'McDreamy' - apelidos de personagens na serie. Bom, a Shonda, criadora de Grey's Anatomy é conhecida como 'matadora de elite', 'matadora de primeira'. Ela simplesmente mata os melhores personagens que já apareceram na série!!! Ela é um total serial-killer de seus próprios personagens.


Síntese da série:  Grey's Anatomy é uma série de TV que foi lançada em 2005 e até o momento, possui 9 temporadas.  Seu nome foi uma inspiração de 'Gray's Anatomy', cuja tradução é 'Anatomia de Gray'.
 Meredith Grey era uma estagiária (e posteriormente residente) no 'Seattle Grace Hospital', iniciando seus anos de aprendizado como interna. Juntamente com ela, o grupo dos novos estagiários era composto por Izzie, George, Alex e Cristina. A temática da série é centrada nas vidas amorosas e profissionais dos médicos do hospital, especialmente nas desses estagiários.
Uma breve prévia da série: Este vídeo é um pedaço do 1º episódio da 1ª temporada, não é a prévia oficial da série! Não consegui encontrar esse video com legenda, desculpem-me!


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Ajude para reduzir os impostos de livros!

Oi gente!
 Acabei de ler um post no Mil Léguas, o qual explica sobre uma possivel redução nos impostos dos livros, sendo que esse é de 15,52% - ou seja, se pagamos 50 reais por um livro, R$7,76 reais é de impostos. Nós, brasileiros, temos de pagar inúmeros impostos, mas com a peculiaridade do Brasil – eles são absurdos! Não deixemos que esses impostos afetem o número de leitores brasileiros e nem que nos impeçam de comprar nossos preciosos livros.

 Como funciona: O Senado possui um site no qual é possivel criar uma campanha para criar novas leis - caso essas atinjam 20 mil apoios em um periodo de quatro meses, ela é analisada para uma possivel aprovação. Nessa campanha temos, no primeiro dia (foi criado dia 19/02/12), 370 apoios.
 ----> Como ajudar:
Apoie a campanha clicando no link aqui. Do lado direito da tela, verá um campo, igual a este da imagem abaixo, a ser preenchido com nome e e-mail. Para validar seu apoio deve-se inserir um e-mail válido, pois você receberá um e-mail de confirmação – é importante, já que seu apoio será aprovado depois de clicar no link que aparece neste e-mail!


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Resenha: Insaciável, Meg Cabot

Olá queridos leitores!!
Há um bom tempo eu não posto aqui. Quero lhes pedir desculpas, mas vocês terão de se acostumar a ficar tempos sem nos ver por aqui. Ultimamente, eu vejo os blogs literários postando resenhas e mais resenhas a cada dia, mas esses blogueiros devoooooram os livros! É impressionante!! Mas temos que levar em conta que esses recebem os livros das editoras para darem notas, além de que tem pessoas que realmente vivem do blog. Nem eu e nem a Lety fazemos isso, não recebemos nada de ninguém para ter esse blog, fazemos isso apenas por gosto. Então, se vocês gostam mesmo do blog, há a opção de cadastrarem seus e-mails na barra ao lado e receberão uma notificação sempre que postarmos, o que não será tão freqüente, já que nossas vidas são bem corridas. Obrigada pela compreensão!
Enfim, chega de faladeira e vamos à resenha!

Ao pegar um livro do pseudônimo Meg Cabot, há uma grande certeza - a escrita será bem simples e direta, uma leitura descontraída e leve. É fácil ler os livros da Meg, acho que é por isso que seu maior público alvo são os adolescentes. Em Insaciável não é diferente. Esse livro pode ser aquele que você escolherá para ler sem compromisso, para simplesmente relaxar e sair das complicações mundanas.

Resumo da obra: Em Insaciável é contada a história de Meena Harper, uma nova iorquina quase normal, exceto pelo fato de ela poder prever a morte das pessoas ao seu redor. Esse seu suposto talento acaba a ajudando com a criatividade em seu trabalho, que é escrever para a novela 'Insaciável'. Meena se revolta quando os produtores da novela resolvem acrescentar o tema de vampiros em 'Insaciável' - o que, para ela, é um absurdo. Mesmo já familiarizada com o sobrenatural, Meena não acredita em vampiros e nem agüenta mais ouvir falar deles. Em um dos encontros marcados por sua vizinha louca, Mary Lou, Meena acaba se apaixonando por Lucien Antonesco, um príncipe misterioso, principalmente considerando o fato de que Meena nunca conseguiu prever a morte dele, o que nunca a ocorreu antes.

Opinião da blogueira: Quando eu comprei 'Insaciável', eu realmente esperava algo melhor. Eu estou profundamente cansada desse tema de vampirismo mas, mesmo assim, eu resolvi dar uma chance porque é a Meg, e Meg é Meg! Eu achei que esse se tornaria um dos meus livros preferidos dela assim como 'A Mediadora', o que não ocorreu. Para mim, o ponto fraco no livro foi o inicio - totalmente monótono! Demora um pouco para ocorrer alguma coisa que deixe o leitor pregado às páginas. Até isso acontecer, foi uma luta porque eu abandonei o livro e só um ano depois voltei a lê-lo. Apesar disso tudo, a escolha do tema de vampiros não deixou a história similar às que estamos acostumados a ver por aí. Em Insaciável, a história vai além disso, como o dom de Meena, a Guarda Platina (grupo de caça-vampiros) e até o dragão.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ensaio sobre a Cegueira

Oi gente!

 Não, nós não morremos! Esse ano, todo tipo de coisa aconteceu, ai foi bem difícil para nós continuarmos postando, o que é bem triste! Mas acho que ainda há tempo de tentar outra vez!
O livro que eu vou resenhar hoje, é um que eu li a muito tempo, e entrou na minha lista de preferidos na primeira vez que li!
O autor, José Saramago, é português e publicou esse livro em 1995. Além desse, ele publicou vários outros livros incríveis, como Ensaio sobre a lucidez, e Memorial do convento.
Então vamos a resenha: 

Uma cidade barulhenta. Pessoas empurrando umas as outras, em busca de ocupar um pedacinho da rua, enquanto caminham apressadamente para seus compromissos. Filas gigantescas de carros, que se movimentam rapidamente no tráfico. Mas nem todos. Na fila no semáforo, o sinal se muda para verde, mas o carro não se move. Provavelmente uma falha mecânica qualquer, pensa aqueles que estão atrás dele. O motorista sai do carro e diz: estou cego. O que acontece depois, nenhum médico conseguiria explicar. O homem, desenvolvera uma espécie de cegueira branca, o que contrariava a tipica cegueira em que o paciente era entregue a escuridão. Como uma espécie de epidemia, a cegueira se alastra, e o governo então decide isolar todos os doentes em um sanatório, onde os cegos serão entregues a condições de animais. ''O que você iria fazer, se ninguém pudesse de ver?'' O ambiente se torna nojento rapidamente, cheio de detritos nos corredores, sujeira e morte o todo tempo. Os cegos lutam por necessidades básicas, um contra o outro. E para construir toda essa história de forma incrível, o autor nos apresenta uma personagem que vê. A esposa do oftomologista, que atende o primeiro homem a cegar, que se recusa a abandonar o marido, e se finge de cega para acompanhar o marido. A história em si, não é a busca pela cura da doença, mas sim, um retrato de uma sociedade que se desmorona.
Uma busca por quem somos, por nos encontrarmos, uns aos outros, mesmo sem poder nos ver. O que torna esse livro ainda mais desesperador/incrível é o autor que trabalha a linguagem de modo singular. Não usando nenhuma vírgula, parágrafos, e raros pontos finais, Saramago fortalece ainda mais a imagem de uma sociedade perdida e caótica.

Nas palavras do autor: ''Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso.''

Espero que vocês gostem da leitura!
Beijos, Lety 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Grace, de Richard Paul Evans

Grace é um livro em que é contada a história da jovem de mesmo nome, que foge de casa aos dezesseis anos, em meio ao contexto da segunda guerra mundial. Eric, em uma de suas jornadas de trabalho, encontra Grace revolvendo o lixo e, como sabia que a garota não tinha onde ir, a abrigou em sua casa, em um quarto que ele e seu irmão o chamava de "Nosso Clube". Grace foi se revelando uma garota especial, que dizia ter a capacidade de ver o futuro das pessoas na chama de fogo de uma vela, e que escondia um segredo sobre o seu passado. A relação de Grace e Eric ficava cada vez mais fortalecida, sendo que ele tinha cada vez mais e mais vontade de vê-la, ficar perto dela. O desenrolar da história leva ao leitor uma reação de surpresa e indignação em relação ao futuro e ao passado de Grace.
 Tenho de dizer que a sinopse real desse livro e as informações na contra capa do mesmo só fazem o leitor confundir-se. Quando eu li a sinopse, simplesmente não consegui compreender do que se tratava o livro. A sinopse retrata a época da década de 1960, do surgimento da banda Beatles, do alge de Marilyn Monroe, enquanto uma menina fugia de casa e eclodia o conflito entre a Rússia e os EUA. Isso deve ter influenciado na venda do livro mas, ofuscar os detalhes foi uma ótima estratégia.
 Há uma analogia com a históra de Grace e a da famosa vendedora de fósforos. Acredito que Richard se inspirou na menina dos fósforos para criar o dom de Grace, de ver o futuro das pessoas na chama de uma vela.
 O livro tem muitos poucos conflitos para tantas páginas e é quase impossível contar a sua história sem deixar escapar spoilers que comprometem com a leitura. Eu gostei muito do livro, mesmo o enredo não envolver muita coisa, ele é ótimo. Achei que o final do livro foi trágico, mas é o que o faz mais próximo da realidade.
 O que eu mais gostei em Grace, foram as frases do diário de Grace que eram colocadas sempre antes de cada capítulo. Grace disse que escrevia aquele diário para si mesma, mas que quando morresse, queria que as pessoas lessem a sua história, assim como o diário de Anne Frank, para irradiar esperança.


Nota final do livro: ★★★★☆ 4/5 (muito bom)
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 Frases do diário de Grace e uma de Eric:

"Acho que o segredo para uma vida feliz é ter uma memória seletiva. Lembrar-se de todas as coisas pelas quais você deve agradecer e esquecer todo o resto o mais depressa possível." -Do Diário de Grace"

A lembrança que tenho dela foi crescendo em minha alma como ramos de hera que escalam as paredes de uma casa até que começam a romper e arrancar os tijolos e a argamassa." -do Diário de Eric Welch

"Uma vez apanhei uma mariposa dentro de nossa casa. Levei-a para fora e tentei solta-la em seu habitat natural mas ela não queria sair da caixa. Finalmente fiquei sacudindo a caixa até ela cair para o lado de fora.Fico pensando se a morte é assim." -Do Diário de Grace

"Às vezes fico com vontade de gritar meus sentimentos para o mundo inteiro. Mas penso que as pessoas iriam simplesmente fechar as janelas." -Do Diário de Grace

 "Dizem que seguir pelo caminho de menor resistência é o que faz rios e homens saírem da linha e ficarem tortuosos. Deve ser por isso que há tantos rios tortuosos e tantos homens que não conseguem viver na linha." -Do Diário de Grace

"Parti o coração de meu melhor amigo só para saber que na verdade era o meu que estava sendo quebrado." -Do Diário de Grace

"O que é melhor, ser solitária ou viver com medo? A essa altura, eu já deveria saber, mas não sei." -Do Diário de Grace

 "No sofrimento, a parte mais dolorosa de tudo é a incerteza. Para nos libertarmos da dor é preciso primeiro submeter-se a ela." -Do Diário de Grace

 "Odiar é sentir-se forte e ser fraco." -Do Diário de Grace

terça-feira, 24 de abril de 2012

Resenha: Pegando Fogo!


Katherine Ellison está literalmente "pegando fogo" em suas mentiras. A garota não consegue parar de mentir e se esquece até mesmo o significado da verdade.
Em sua cidade, as pessoas revereciam os Quahogs - um tipo de marisco e também um time de futebol. Kate odeia os dois tipos mas, mesmo assim, concorre a Princesa Quahog no festival anual de Eastport.
Ela namora o garoto mais popular da escola, Seth, mas não consegue se decidir entre ele e Eric, o ator principal do grupo de teatro.
A cabeça de Kate se confunde mais ainda quando Tommy Sullivan volta a Eastport. Ele é o adolescente mais odiado dali, mas também era o melhor amigo dela, até quatro anos atrás, quando ele havia saído da cidade.

Para quem está acostumado com o início, meio e fim dos livros de Meg Cabot, vai se surpreender com este. O inicio de Pegando Fogo é com certeza o mais entediante de todas as obras já publicadas de Meg. Em sumo: ele é meio chato e fútil. Tenho de confessar que ri durante a leitura, foi bom lê-lo, mas eu recomendaria para quem não tem nenhum livro na fila para ler, me entendem bem nisso, não é?  Digamos que ele não valha a pena passar na frente da sua `fila de livros`, que eu sei que a maioria de nós, leitores, temos.

Nota: ★★ 3/5